domingo, 21 de outubro de 2012

Comissão aprova a inclusão dos assistentes sociais nas equipes do Saúde da Família

    
      A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou nesta quarta-feira (5) o Projeto de Lei 6271/09, do deputado Maurício Trindade (PR-BA), que torna obrigatória a inclusão de assistentes sociais nas equipes do programa Saúde da Família, do Ministério da Saúde.De acordo com a proposta, os profissionais deverão estar devidamente habilitados e inscritos no respectivo conselho regional da profissão.
     O parecer do relator, deputado Rogério Carvalho (PT-SE), foi favorável, com emendas. Pela emenda, os assistentes sociais integrarão as equipes das unidades de Atenção Primária à Saúde. Na proposta original, eles fariam parte das equipes de estratégia de Saúde da Família ou dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família.

       “As unidades de atenção primária à saúde parecem-nos ser o local mais condizente com as qualificações desses profissionais, onde poderão oferecer suas melhores contribuições, integrados a uma equipe multiprofissional e organizando e apoiando a ação mais direta junto à população por parte das equipes da Saúde da Família”, diz o relator.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Visita ao Municipio de Sapiranga

    Compartilho algumas fotos, da visita realizada ao municipio de Sapiranga, realizada no dia 18 de outubro de 2012, que teve como objetivo conhecer a realidade da atenção básica, e suas interlocuções com a média e alta complexidade, afim de realizar um exercicio através de um projeto de expansão da ESF. Este foi um exercicio promovido pelo Curriculo Integrado, da Residência multiprofissional do GHC.







quinta-feira, 6 de setembro de 2012

terça-feira, 28 de agosto de 2012

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Eventos...

                          No dia 16 agosto de 2012, participei da aula Magna da Escola GHC


No dia 17 de agosto de 2012, participei do Seminário da Onco- Hemato, promovido pela RIS/GHC


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Os impactos do processo de envelhecimento nas famílias


        Estamos vivendo no Brasil e no mundo um processo de envelhecimento  da população, que trás para dentro da família, um novo olhar sobre os papéis familiares.O envelhecimento, considerado anos atrás como fenômeno, hoje  já faz parte  da realidade da maioria dos países em desenvolvimento, como o Brasil. O envelhecimento populacional é uma resposta à mudança de alguns indicadores de saúde, especialmente a queda da mortalidade e fecundidade, os avanços tecnológicos em saúde como vacinas e antibióticos, e o aumento da expectativa de vida. Este processo, pelo qual o mundo está passando não é homogêneo, depende das condições de vida, como: renda, local de moradia, acesso á saúde, saneamento básico, alimentação, etnia, entre outros.                                                
     Sem dúvida, a longevidade é um avanço. No entanto há diferenças, entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento, como o Brasil. Nos países desenvolvidos, o envelhecimento ocorreu associado às melhorias nas condições gerais de vida da população. Já nos países em desenvolvimento, este processo, acontece de forma mais rápida, sem muito tempo para uma reorganização social e da área da saúde.

      Nesse sentido, estima-se, no Brasil , que nos próximos vinte anos, a população de idosos poderá alcançar e até mesmo ultrapassar a cifra de 30 milhões de pessoas, totalizando 13% da população brasileira, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)  do ano 2000. Certamente, a longevidade é um avanço, mas trás com ela desafios para os  serviços públicos como saúde, e previdência social. 
         Essas condições crônicas de saúde geram um enorme impacto na vidas famílias. O impacto direto é na segunda geração, a dos filhos que já são pais, e tem pais idosos. Em função da longevidade, e do contexto econômico, os idosos tem desenvolvido vários papéis dentro da famílias, tais como: colaborar no orçamento doméstico, cuidar dos netos, cuidar da rotina da casa, etc.
Nesse sentido, Lima Filho (2007), refere que o desafio proposto à população idosa pela longevidade é o de preservar a qualidade de vida, mesmo na possibilidade de restrição da autonomia e da independência, que podem ser ocasionadas por eventos adversos à saúde e diminuição de atividades sociais. Para isso, é importante que os profissionais envolvidos com o cuidado à saúde do idoso, estejam atentos às necessidades transmitidas por eles, seus cuidadores e familiares.

       A situação atual do processo do envelhecimento  da população brasileira,  revela a necessidade de discussões mais aprofundadas sobre as relações do idoso na família, a qualidade de vida deste idoso, bem como suas repercussões no Sistema Único de Saúde (SUS).

         Você leitor, que já é idoso, o que tem feito pra manter sua saúde e melhorar  sua qualidade de vida? E você que ainda não é idoso, com tem se planejado pra encarrar com qualidade de vida o sua chegada na 3ºidade?

domingo, 13 de maio de 2012

Jornada GHC

Nos dias 26 e 27 de abril estive na I jornada Cientifica do GHC. Nesta ocasião tive a oportunidade de apresentar meu projeto de pesquisa da residência, com tema: Percepção dos assistentes social em relação as demandas atribuidas ao serviço social.

sábado, 7 de abril de 2012

I Seminário de Estudos sobre Família

Participei do I seminário da UNIFOR sobre famílias, organizado pelo LESPLEXOS. O seminário tinha como tema central os desafios da família na contemporaneidade. O seminário foi realizado em fortaleza, nos dias 30 e 31 de março de 2012.




Maiores informações acesse: www.lesplexos.com.br

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Visita a Oca São Cristovão em Fortaleza

     No dia, 18 de março, tive a oportunidade de conhecer a Oca São Cristovão em Fortaleza. As ocas de saúde comunitária são um um espaço de promoção de saúde de praticas integrativas do cuidado.Normalmente estão ao lado das unidades de saúde. Na oca são cristovão são oferecidos gratuitamente a comunidade,grupos de resgate da auto estima, terapia comunitária, spa de massagens anti stress, entre outros.




quarta-feira, 28 de março de 2012

Visita ao Projeto 4 Varas em Fortaleza no Ceará


     Estive no dia 22 de março, conhecendo o projeto 4 Varas em Fortaleza.Tive a oportunidade de conhecer a história do movimento, a partir do Dr. Airton Barreto.






terça-feira, 27 de março de 2012

domingo, 25 de março de 2012

Roda de Conversa na UNIFOR sobre Residencia Multiprofissional

No dia 12 de março de 2012, estive na UNIFOR, realizando uma roda de conversa sobre residencia multiprofissional, no núcleo de psicologia LESPLEXOS, coordenado pela  Prof. Dra.Normanda Araújo.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Medicalização da Vida...


      Estes dias andava pensando, o quanto nossa sociedade está sedenta de amor, de afeto, de solidariedade e respeito mútuo. Valores tão essenciais para a vida em sociedade. O quanto estamos cada vez mais mergulhado no nosso “mundinho” particular. E o quanto isso tem feito mal a nossa saúde. Estamos tão mergulhados nos nossos problemas, que muitas vezes achamos que somos os únicos a sofrer. E esse sofrimento, ou melhor, a nossa vontade de nós livrar dele, tem nos feito recorrer a possíveis alívios imediatos, como o uso de medicação de forma desordenada, ou sem prescrição.
      Estamos vivendo um momento histórico muito particular, em nossa sociedade, onde não é permitido mais o sofrimento. A todo custo devemos combate-lo, como se fosse algo possível. O sofrimento faz parte da vida. E devemos aprender a conviver, com a vicissitudes da vida. É claro, que em alguns momentos a medicação, acompanhando de outras intervenções poderão fazer parte da vida, no entanto isso não é para todos. Tenho percebido em minha prática como profissional de saúde, uma certa banalização do uso da medicação. Como se tudo de enquadra-se em diagnósticos e a solução mágica seria a medicação.

Pense Nisso!